Está à frente do Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP) há um ano e meio. Que balanço faz do seu mandato até agora?
O balanço, na vertente da organização, é bastante positivo. Fizemos muito trabalho interno porque era preciso voltar a dinamizar e criar alguma esperança numa entidade que vinha de um processo complicado. Era, de facto, necessário dedicarmo-nos à organização, nomeadamente aumentar os índices de motivação. Depois era preciso voltar a dialogar com um conjunto de instituições que eram fundamentais para o sucesso da entidade regional, desde a Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDR-N), ao Aeroporto do Porto e à Associação de Turismo do Porto (ATP), com quem, ao fim de um ano,
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