As 76 mesas de voto distribuídas por 17 concelhos da Região Demarcada do Douro estarão abertas entre as 14:00 e as 18:00.
Este é o primeiro ato eleitoral para a direção e conselho regional depois do parlamento ter aprovado, em janeiro, a restauração da Casa do Douro como associação pública de inscrição obrigatória e que terá como missão representar a produção daquela que é a mais antiga região demarcada e regulamentada do mundo – o Douro.
Foram submetidas duas listas candidatas à direção do organismo. A lista A – Devolver a Casa do Douro aos Pequenos e Médios Viticultores – é liderada por Manuela Alves e a lista B – Douro Unido – é encabeçada por Rui Paredes.
Para o conselho regional de viticultores foram apresentadas 35 listas, tendo sido, posteriormente, excluída uma delas em Santa Marta de Penaguião.
O mandato é de três anos e a direção eleita tomará posse, em princípio, em janeiro perante o conselho regional de viticultores. O mandato da direção só pode ser renovado duas vezes.
O conselho é composto por 51 membros eleitos por sufrágio direto dos associados singulares, tendo depois designados representantes das adegas cooperativas, cooperativas agrícolas e associações de viticultores.
Criada em 1932 para defender os viticultores, a organização viu alterados os estatutos para associação privada de inscrição voluntária em 2014 e, dez anos depois, volta a ter uma dimensão pública.
A nova lei foi aprovada em janeiro de 2024 com os votos a favor do PS, PCP, BE, PAN, Livre e do então deputado social-democrata Artur Soveral de Andrade, a abstenção do PSD e os votos contra do Chega, Iniciativa Liberal (IL) e do deputado socialista Capoulas Santos.





