Segundo o MP, a administração do grupo “está sob suspeita” depois de ter contribuído para a situação atual da empresa, em causa está a venda da unidade da empresa em Espanha, por um valor que rondou os 100 mil euros, no ano de 2017.
O momento e o valor do negócio levantaram suspeitas e quer o gestor judicial quer o Ministério Público afirmam que a insolvência da empresa deve ser considerada “culposa”. Este parecer está fundamentado num alegado ato de desaparecimento de património, que colocou fora do grupo a unidade espanhola da empresa.
O grupo, com sede em Vila Flor, fechou o ano de 2018 com vendas de 17 milhões de euros e continua a laborar.
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