À frente dos espectadores surgiu uma cozinha transmontana dos finais do século XIX com uma família composta por elementos do grupo. Numa história imaginada sem texto escrito, os atores foram animando o público e recebendo os grupos de janeireiros que os “visitavam”.
“É como fazer uma viagem ao passado”, disse à VTM Cristina Proença, diretora técnica e ensaiadora do grupo. “Mostrámos como era vivida essa tradição do cantar de janeiras de porta a porta. As pessoas mais pobres cantavam as janeiras a pedir o pouco que lhe dessem, às vezes, cebolas, umas maçãs, uma peça de fumeiro, qualquer coisa”, realçou.
A responsável assume que o que tentam fazer é “manter viva a tradição. Ainda há muitos grupos aqui que cantam as janeiras e os reis e, nós tentamos manter viva essa tradição”. Para isso, “O Cantaréu” conta com membros jovens, que sentem o apelo pelo folclore e a tradição.
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