Os três arguidos (a enfermeira diretora e um casal) são acusados de dois crimes continuados de peculato e dois crimes continuados de falsificação de documento e incorrem em penas que podem ir até três anos de prisão.
A enfermeira diretora é acusada de ter proposto sem o conhecimento do Conselho de Administração a atribuição de horas extraordinárias aos dois adjuntos.
De acordo ainda com a acusação, o casal de enfermeiros, registou e recebeu, pelo menos entre 2008 e 2011, um total superior a 13.500 euros de horas extraordinárias “sem que tivesse prestado trabalho efetivo, nem comparecendo ao serviço”. O Ministério Público sublinha ainda que as quantias “foram autorizadas pela enfermeira diretora” que “não tinha poderes para propor
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