“A primeira edição foi em Évora. A SPM tem tentado percorrer todo o país com esta iniciativa e achámos bem trazê-la, agora, a Mirandela”, refere Eugénio Rocha, presidente da SPM, assumindo que há muito para mudar no ensino da matemática. “É um problema difícil de resolver no imediato. É necessária uma avaliação cuidada para perceber as razões para que os resultados, nos últimos anos, não tenham sido os melhores”.
Rui Feliciano, de Mirandela e membro da organização, explica que “o objetivo é descentralizar a ciência”, dando a oportunidade de o interior ter conhecimento “sobre tudo o que se vai fazendo nas áreas da ciência e da matemática”.
A matemática é uma disciplina que apresenta muitas dificuldades e para Rui Feliciano são vários os fatores que podem influenciar esses números, destacando o facto de “muitos alunos estarem, pela primeira vez, fruto da pandemia, a fazer exames.
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