Em comunicado, a autarquia explicou que durante “o período crítico”, o índice de risco espacial de incêndio florestal é maior, por isso, esta é uma forma de “diminuir a probabilidade de ocorrência de incêndios”, em que o Exército colabora com a câmara municipal na defesa da floresta e, consequentemente, na manutenção das condições de vida das populações locais.
O período de vigilância previsto no protocolo em questão decorrerá entre os meses de julho e setembro, embora exista alguma flexibilidade para acertar este mesmo período, mas isso ficará definido após a realização de um conjunto de reuniões entre as estruturas da Proteção Civil Municipal (bombeiros de Boticas, o Gabinete Técnico Florestal do Município e a GNR local), com o RI 19.
Ao município caberá assegurar o fornecimento de combustível às viaturas do exército, bem como o fornecimento de alimentação aos militares empenhados nestas ações de vigilância, garantindo também a articulação no terreno em conjunto com as estruturas da Proteção Civil Municipal.
O protocolo foi assinado pelo presidente da Câmara de Boticas, Fernando Queiroga, e o Comandante do RI 19, coronel João Carlos Godinho.





