No ano em que se celebram 100 anos sobre a sua morte, a cidade que o viu nascer continua a relembrar os feitos históricos deste “grande herói nacional”, com esta exposição que estará patente até janeiro do próximo ano e onde estará em exibição um filme em sua homenagem.
Recorde-se que, no dia 14 de outubro de 1918, a sua ação no comando do Caça-minas “Augusto de Castilho” foi determinante durante o combate com o submarino alemão U-139, em que cumpriu a sua missão, ao proteger o paquete de passageiros “San Miguel” e todos aqueles que seguiam a bordo, navegando entre a Madeira e os Açores, onde acabou por morrer em combate.
Este último combate, que deixou inscrito para sempre o seu nome na memória coletiva nacional, foi travado durante cerca de duas horas contra um adversário consideravelmente superior, a artilharia alemã, em que o comandante vila-realense acabou por perder a própria vida, atingido por estilhaços de projétil inimigo, mas não sem antes proferir as suas últimas palavras: “Morro como português”.




