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Falta de diretor clínico no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes gera preocupação

Para o Conselho Sub-regional de Vila Real da Ordem dos Médicos a ausência de um diretor clínico, desde agosto, é uma “grave ameaça ao regular funcionamento” da entidade

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O Conselho Sub-regional de Vila Real da Ordem dos Médicos classificou hoje a ausência de um diretor clínico, desde agosto, como uma “grave ameaça ao regular funcionamento” do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD).

A anterior diretora clínica do CHTMAD, que tem sede social em Vila Real e agrega os hospitais de Chaves e Lamego, saiu em agosto e até ao momento ainda não foi substituída.

O Conselho Sub-regional de Vila Real da Ordem dos Médicos manifestou, em comunicado, a sua preocupação relativamente ao funcionamento da unidade hospitalar e informou que vai comunicar a situação ao Bastonário da Ordem dos Médicos e solicitar a sua “urgente intervenção” junto do CHTMAD.

“A bem da qualidade da medicina e segurança clínica, do respeito pelos princípios técnicos, éticos e deontológicos e em defesa dos doentes”, sustentou o conselho sub-regional, presidido por Margarida Faria.

Este órgão disse ainda que a ausência de um diretor clínico tem repercussão “na definição da estratégia de evolução e diferenciação dos serviços e da instituição, da orgânica de áreas clínicas e projetos institucionais, na gestão diária e planificação da atividade clínica, bem como na elaboração dos planos de contingência desta época do ano por frio e atividade viral”.

“A ausência de diretor clínico compromete ainda a formação de um número elevado de médicos, que atualmente se encontram a realizar no CHTMAD quer o internato de formação geral, quer os diversos internatos de formação específica”, frisou ainda.

O Conselho Sub-regional de Vila Real da Ordem dos Médicos fala numa “grave ameaça ao regular funcionamento do CHTMAD e garantia da qualidade e prestação atempada de cuidados de saúde à população que serve, podendo ainda conduzir à perda de idoneidade de formação pós-graduada e desqualificação dos serviços, com consequente perda de capacidade de retenção dos médicos nele formados e saída de outros profissionais médicos”.

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