Algumas pessoas ficaram revoltadas, na noite de Domingo, por uma farmácia ter fechado as portas, temporariamente, quando estava em Serviço Permanente. Vários clientes, que tinham sido consultados no Centro de Saúde local “deram com o nariz na porta”, quando quiseram aviar as suas receitas.
Com o passar do tempo, os ânimos começaram a aquecer e a revolta instalou-se. Um dos queixosos foi Jorge Queiroz: “Estive, desde as 20 até às 20.45 horas, à espera que abrissem a porta. Foi uma vergonha o que se passou. Além de mim, também tiveram de esperar pessoas que estavam doentes e crianças que tinham de ir para a escola, no dia seguinte”.
Alguns utentes ainda ligaram para o número de telemóvel que estava afixado na farmácia e que esta disponibiliza, “em caso de urgência”, mas “ninguém atendeu”, garantiu-nos Jorge Queiroz que acrescentou: “Mesmo na hora de jantar, a Farmácia deve estar aberta”.
Alguns dos presentes mostram-se dispostos a dar a conhecer o sucedido, às entidades competentes”.
Por volta das 21 horas, no meio de alguns protestos, a farmácia lá reabriu as suas portas.
Jmcardoso






