A ‘moda’ parece ter vindo para ficar, sobretudo depois da pandemia, que levou as famílias a redescobrirem os puzzles que tinham lá por casa, ou a adquirem-nos, como forma de passar o tempo. Contudo, em alguns casos, montar puzzles é muito mais que um hobby
Chapéus há muitos, já dizia Vasco Santana, no filme “Canção de Lisboa”. Hoje, podemos adaptar a frase e dizer que quebra-cabeças há muitos. Com mais ou menos peças, os puzzles fazem as delícias de miúdos e graúdos.
Carlos Teixeira, natural da Lixa, mas a viver em Vila Real há vários anos, depois de ter estudado na UTAD, ganhou a paixão pelos puzzles ainda em criança. “O meu irmão tinha uns puzzles de mil ou 1.500 peças, feitos. Entretanto, ele casou e decidi pegar nos puzzles e experimentar fazê-los. A partir de então, o gosto foi crescendo”, recorda, dando conta que “isto é simplesmente um hobby”.
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