Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Fibra ótica vai “unir” edifícios públicos

Depois da rede “wireless” no centro histórico da cidade, a autarquia de Vila Real avança com outra medida na área das novas tecnologias de comunicação, a exemplo do que acontece já nos grandes centros, que passa pela aposta na fibra ótica em zonas específicas na cidade.

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Em breve, Vila Real poderá dar um salto qualitativo importante na área das comunicações. A instalação e a ligação, através da fibra ótica, de um conjunto de edifícios públicos que estão espalhados pela cidade poderá avançar. São vários quilómetros de fibra ótica que serão utilizados para a criação de uma rede inserida num conjunto de intervenções prementes que resultam de um aproveitamento de verbas especificas resultantes do final do quadro comunitário de apoio, na ordem dos 300 mil euros.

Sabendo-se do aparato que este tipo de intervenção motiva, o município assumiu, ao Nosso Jornal, que algumas infraestruturas já existentes ao nível do pavimento vão ser aproveitadas , mas noutras zonas tal não acontecerá. Assim, a colocação dos respetivos cabos, além da ocupação do espaço subterrâneo das faixas de rodagem, afetará as zonas pedonais, conhecidas como “passeios”.

A oportunidade da intervenção foi justificada por Rui Santos, que a englobou nas outras em curso e já projetadas. “Na avenida da Europa, o piso está muito desgastado e degradado, e no próximo quadro comunitário não há dinheiro para obras de pavimentação. Numa lógica de aproveitamento de fundos comunitários, surge assim a fibra ótica, o projeto do relvado do campo do Abambres, entre outros. Não vamos voltar a deixar candidaturas já aprovadas e que depois ‘regressam’ a Lisboa como foi o caso do investimento de cerca de 4 milhões de euros respeitante ao campo do Calvário, em que se gastou 300 mil euros no projeto adjacente, constituindo dinheiro queimado”.

A fibra ótica é um alto qualitativo em termos das capacidades de transmissão de dados disponibilizadas às entidades utilizadoras, libertando-as das crónicas limitações do passado, e permitindo um maior enfoque nos serviços e aplicações finais, sem constrangimentos de largura de banda. Além disto oferece um maior enfoque nas tecnologias que melhor se adaptam à comunidade servida, evitando gastos em tecnologias desnecessárias. Ou seja, obtém-se uma maior independência relativamente às opções tecnológicas dos operadores comerciais; Cria também um melhor alinhamento com os ciclos de investimento, a nível nacional e internacional e aproveitamento de financiamentos orientados para este tipo de investimentos. Uma maior estabilidade, previsibilidade e sustentabilidade da rede a médio e longo prazo, são outras das vantagens.

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