Em comunicado, o Valpaços repudiou “os graves acontecimentos ocorridos no final do jogo”, explicando que, “na sequência de uma espera organizada por adeptos da equipa adversária, um dos nossos jogadores foi obrigado a abandonar o local em viatura, sob escolta da restante equipa, tendo a situação degenerado em confrontos, incluindo agressões à viatura, com murros desferidos na mesma”.
Contactado pela VTM, o presidente do Valpaços diz que “isto não é futebol”, até porque são comportamentos que “não dignificam a modalidade”.
Nené garante que “foram tomadas as devidas diligências” junto da Associação de Futebol de Vila Real (AFVR).
Notícia desenvolvida na edição de 11 de fevereiro



