A greve geral da função pública, convocada pela CGTP para esta quinta-feira, 2 de outubro, está a provocar diferentes impactos nas escolas do distrito de Vila Real. Enquanto alguns estabelecimentos encerraram totalmente devido à adesão dos trabalhadores, noutros as atividades letivas decorrem com alguns constrangimentos ou dentro da normalidade.
No concelho de Vila Real, a paralisação está a condicionar o funcionamento de vários estabelecimentos de ensino. Encontram-se encerradas a Escola Secundária de São Pedro e a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral, bem como os Centros Escolares de Mouçós e do Douro.
Já na Escola Secundária Morgado de Mateus, as atividades letivas decorreram apenas durante o período da manhã, até às 13h00. O estabelecimento encontra-se encerrado durante a tarde.
No Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar, o impacto da paralisação é reduzido. Apesar de se registarem alguns constrangimentos no funcionamento dos estabelecimentos, as aulas estão, de um modo geral, a decorrer normalmente.
A principal exceção verifica-se na Escola de Campo de Jales, onde o 1.º ciclo e o jardim de infância estiveram encerrados devido à adesão à greve.
Em Sabrosa, a adesão à greve dos assistentes operacionais e assistentes técnicos levou ao encerramento de três estabelecimentos do Agrupamento de Escolas Miguel Torga.
De acordo com o comunicado divulgado pela direção, nas redes sociais estão encerrados o Jardim de Infância de São Martinho, a Escola Básica Fernão Magalhães e a escola sede do Agrupamento de Escolas Miguel Torga.
Também em Montalegre foram registados impactos significativos. O Agrupamento de Escolas Dr. Bento da Cruz informou a comunidade educativa de que, devido à greve, não haverá atividades letivas, esta quinta-feira, em todas as escolas do agrupamento.
Em Ribeira de Pena, as aulas estão a decorrer normalmente, mas os alunos, à exceção dos alunos dos cursos profissionais e pré-escolar, tiveram que ir almoçar a casa, pois a cantina da escola do nucelo de Ribeira de Pena não esteve em funcionamento.
A paralisação tem a duração de 24 horas e foi convocada pela CGTP, abrangendo os trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública.
Entre as reivindicações apresentadas estão a valorização das carreiras gerais, o reconhecimento das especificidades profissionais e o início de negociações salariais ainda durante 2026.




