Em abril, quando foi aprovado para candidato à Câmara de Vila Real, disse que estava longe de imaginar que isto fosse possível. O que o motivou a aceitar o convite?
Eu não sou um candidato clássico, não estive numa juventude partidária, nunca estive indigitado, nem fui indicado pelo Governo para nenhum cargo. Aquilo que fiz durante estes 12 anos foi trabalhar, fazer, estar ao lado das populações, ir aos diversos locais das nossas freguesias, perceber as suas dificuldades, as suas potencialidades. A confiança que depositaram na minha pessoa acabou por ser uma surpresa, mas também um orgulho. O meu nome foi apresentado à Comissão Política e Concelhia do Partido Socialista e, em voto secreto, foi aprovado por unanimidade. Penso que isso nunca aconteceu em Vila Real.
Como foi construir a equipa que o acompanha?
Foi um processo muito fácil, aliás, é com muita satisfação e muito orgulho que apresento esta equipa à câmara municipal. Uma equipa de 14 pessoas, em que cinco são filiadas no Partido Socialista e nove não têm qualquer filiação partidária, o que reflete a transversalidade e a preocupação em encontrar pessoas capazes, válidas e escolhidas pela meritocracia. Quando alguns antecipavam um problema, aquilo que se verificou foi o contrário. Quer da Câmara Municipal, quer da Assembleia Municipal, quer das 20 freguesias, todas as listas foram provadas por unanimidade.
Mas houve pessoas ligadas ao partido que não concordaram com a escolha do número 2, José Claudino.Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar



