Até agora, a área ardida foi de apenas 21 hectares, um número “muito reduzido”, em comparação com a média dos últimos 5 anos que foi de 740 hectares ardidos. Segundo o vereador da câmara, Carlos Silva, esta redução significativa deve-se ao “forte empenho e trabalho desenvolvido pelos diferentes agentes envolvidos nesta matéria”, destacando o papel dos bombeiros voluntários das duas corporações do concelho, da GNR, da PSP, das associações, das juntas de freguesia, do ICNF, dos proprietários, entre outros.
Para explicar estes números “muito positivos”, o vereador com a pasta da proteção civil destacou as ações de sensibilização que foram realizadas nas capelas, igrejas, nas escolas e em algumas freguesias que apresentavam maior risco de incêndio.
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