O objetivo da associação é promover “os direitos humanos na sua plenitude”, nomeadamente o direito a escolher o sítio onde se vive, onde se vai viver e como se vai viver.
Durante a manhã, um dos painéis foi dedicado à imigração na região, onde pessoas da comunidade local e profissionais que trabalham diretamente com estas questões puderam intervir e falar da sua experiência. Num território marcado pela diminuição da população, a imigração surge como uma realidade com desafios e oportunidades. No entanto, a presidente da ATPD Ana Correia sublinhou que as pessoas não devem ser vistas apenas como mão de obra. “As pessoas não são recursos. São pessoas com direitos, com cultura e com projetos de vida”.
A responsável destacou ainda a importância
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