Quinta-feira, 7 de Julho de 2022

Instituições e habitações de emigrantes vandalizadas

No espaço de uma semana, o concelho de Boticas foi autenticamente “varrido” por uma onda de assaltos, fazendo aumentar o sentimento de insegurança vivido pelas populações, já que aos assaltos se juntam também actos de puro vandalismo, que fazem subir para os milhares de euros os prejuízos causados. Os assaltos registados, e dos quais foi […]

No espaço de uma semana, o concelho de Boticas foi autenticamente “varrido” por uma onda de assaltos, fazendo aumentar o sentimento de insegurança vivido pelas populações, já que aos assaltos se juntam também actos de puro vandalismo, que fazem subir para os milhares de euros os prejuízos causados.

Os assaltos registados, e dos quais foi feita participação junto da GNR de Boticas, foram perpetrados de uma forma aleatória, tendo ocorrido tanto em edifícios públicos como em habitações particulares. A Santa Casa da Misericórdia de Boticas é uma das maiores lesadas, já que no espaço de uma semana viu serem assaltados os Centros Comunitários de Lavradas e de Nogueira. No primeiro, o valor do furto e dos estragos causados atingiu os 1.600 euros, enquanto no segundo rondou os 1.800 euros. Também a Junta de Freguesia de Ardãos foi alvo de uma “visita” inesperada dos amigos do alheio, que furtaram um computador, uma impressora e outro material informático. Tudo somado, o valor do furto, a que se somam os restantes estragos causados, perfaz cerca de 1.200 euros. Localizado no mesmo edifício da Junta de Freguesia, o Bar da Associação Recreativa e Cultural de Ardãos foi também assaltado. Daqui, os ladrões levaram sobretudo garrafas de bebidas e algum dinheiro que estava na caixa registadora, perfazendo o total do furto cerca de 700 euros.

As habitações particulares, na sua maioria pertença de emigrantes, que nesta altura do ano se encontram desabitadas, foram também alvo de furtos diversos. Só na aldeia de Bobadela foram assaltadas cinco habitações, estando ainda por contabilizar o valor dos furtos e dos estragos causados. Os assaltos “obrigaram” mesmo alguns emigrantes a deslocarem-se “à pressa” às suas terras, depois da notícia de que as suas casas tinham sido assaltadas.

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