Organizada pelo município de Chaves, em conjunto com a Escola Superior de Hotelaria e Bem-Estar, a Escola Superior de Educação da Universidade Politécnica de Bragança e o Laboratório Colaborativo AquaValor, e sob o tema “Educação em (Trans)formação: Neurociência, Inteligência e Inovação”, a iniciativa pretendeu aproximar o conhecimento científico das práticas educativas.
Para a presidente da Comissão Instaladora da Escola Superior de Hotelaria e Bem-Estar (EHB), Maria José Alves, a questão central passa por encontrar o equilíbrio na utilização da IA. “Eu sou apologista de que a IA é uma realidade e que temos que aprender a usá-la”, afirmou à VTM, considerando que a tecnologia pode trazer benefícios concretos aos alunos. Na sua experiência, há estudantes que, através da IA, “melhoraram as suas capacidades”, nomeadamente por esta os ajudar a compreender, memorizar e consolidar informação.
A atenção das novas gerações foi uma das preocupações identificadas pela responsável. “A capacidade que têm de estar durante algum tempo a trabalhar sobre o mesmo assunto é difícil”, reconheceu Maria José Alves.
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