Segunda-feira, 4 de Julho de 2022

IPJ quer mais 30 por cento, no Registo Nacional

Até à data, são 51 as associações do distrito que estão inscritas no Registo Nacional de Associações Juvenis, um número que a Delegação de Vila Real do Instituto Português da Juventude quer ver crescer, durante este ano, em 30 por cento. A nível nacional, os apoios a esses organismos deverão ascender aos 7,5 milhões de […]

Até à data, são 51 as associações do distrito que estão inscritas no Registo Nacional de Associações Juvenis, um número que a Delegação de Vila Real do Instituto Português da Juventude quer ver crescer, durante este ano, em 30 por cento. A nível nacional, os apoios a esses organismos deverão ascender aos 7,5 milhões de euros, sendo de realçar que a fatia a injectar, em cada distrito, se moldará de acordo com as candidaturas apresentadas.

 

Para esclarecer o novo modelo de candidaturas aos Programas de Apoio Juvenil (PAJ), de Apoio Infra-estrutural (PAI) e de Apoio Estudantil (PAE), o Instituto Português da Juventude (IPJ) de Vila Real realizou um encontro de trabalho que, no dia 17, reuniu cerca de 75 representantes de várias associações do distrito e que contou com a presença de Duarte Cordeiro, Vogal da Comissão Executiva do IPJ.

Para além de sublinhar as novas linhas reguladoras dos programas de apoio do IPJ, segundo Paulo Pomar, Delegado Distrital do Instituto Português da Juventude, a reunião teve ainda como objectivo incentivar mais associações vila-realenses a inscrever-se no Registo Nacional de Associações Juvenis (RNAJ).

“Durante este ano, queremos aumentar o número de associações inscritas no RNAJ, pelo distrito de Vila Real, em 30 por cento”, sublinhou o Delegado vila-realense, adiantando que, na reunião, participaram muitos jovens e colectividades que mostraram vontade de fazer o seu registo na Rede Nacional, um procedimento que terá início a partir do próximo dia 6 de Março.

Um mês depois, as associações vão poder começar a candidatar-se aos apoios dos programas dinamizados pelo IPJ, cuja regulamentação ganhou novos contornos, dos quais se realça a fórmula de financiamento.

“Uma das alterações é que o bolo destinado a Vila Real não está predefinido, ou seja, as associações candidatam-se, directamente, e, tendo em conta parâmetros como o número de associados ou o tipo de actividades, entre outros, receberão determinado montante”, referiu Paulo Pomar, recordando que, no ano passado, das 43 colectividades juvenis inscritas, 29 foram contempladas com 66 mil euros.

Outra das novidades prende-se com o facto de também as Associações de Estudantes do Ensino Secundário se poderem inscrever no RNAJ, bem como grupos informais de cinco jovens.

Uma das associações vila-realenses que, há anos, é contemplada pelos apoios do IPJ, é “O Cantaréu”, cuja Presidente, Paula Proença, considerou que, “para já, a nova legislação parece ser mais coerente. Só depois de estar mesmo em funcionamento é que poderemos avaliar as novas regras, mas acho que vêm trazer uma maior transparência, na atribuição das verbas”, referiu a dirigente associativa, afirmando acreditar que os novos moldes poderão trazer “benefícios” para as associações de “regiões mais desprotegidas”.

Completando, este ano, o seu 28.º aniversário, “O Cantaréu” tem um conjunto vasto de actividades que vão desde a dinamização de um grupo de teatro infanto-juvenil (que, durante 2007, estreará mais dois espectáculos), um encontro de Cantadores de Janeiras e o Festival Internacional de Folclore (com data já marcada para entre os dias 4 e 9 de Julho), entre muitas outras actividades.

 

Maria Meireles

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