Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
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Jantar-leilão angaria fundos para futura sede

Com a garantia de cedência de terreno, pela autarquia de Vila Real, e com o projecto da obra já delineado, resta reunir cerca de um milhão de euros, para que a sede da Associação Via Nova se torne uma realidade. A organização que acolhe, actualmente, duas dezenas de crianças e jovens, tem contado com uma […]

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Com a garantia de cedência de terreno, pela autarquia de Vila Real, e com o projecto da obra já delineado, resta reunir cerca de um milhão de euros, para que a sede da Associação Via Nova se torne uma realidade. A organização que acolhe, actualmente, duas dezenas de crianças e jovens, tem contado com uma onda de solidariedade, por parte da sociedade transmontana, da qual se realça, no próximo dia 30, a realização de um jantar- -leilão.

A Associação Juvenil de Intervenção Cultural (AJIC), o Grupo de Jovens de Constantim e o Movimento OCOOPAR, de Mouçós, são as três organizações que, com o apoio do Centro Comercial Dolce Vita Douro, estão a preparar um jantar de solidariedade que, no dia 30, pretende reunir entre 30 a 40 mil euros, para apoiar a construção de uma sede para a Associação Via Nova.

Intitulada “Tudo por tudo… por uma Via Nova”, a iniciativa vai contar com a realização de um série de actividades culturais e desportivas que vão culminar com um jantar- -leilão, onde a organização espera receber cerca de mil pessoas.

“Queremos promover o convívio e, ao mesmo tempo, angariar fundos, para a Associação Via Nova”, sublinhou Alexandre Ferreira, do Grupo de Jovens de Constatim, adiantando que os objectivos passam, ainda, pela “sensibilização dos vários grupos sociais do distrito”, para que estejam “atentos” à actividade de organizações como a Via Nova.

“Os jovens devem tomar consciência dessas dificuldades”, sublinhou o mesmo responsável, adiantando que, na organização do evento, estará envolvida uma centena de jovens das três organizações.

A participação no jantar-leilão custará 20 euros. Nele serão leiloados diversos objectos, doados para o efeito, sendo de realçar que, no final da iniciativa que se realizará no Pavilhão do Nervir, decorrerá um concerto do cantor Dinis Rodrigues que contará com uma entrada simbólica de dois euros.

O dia dedicado à solidariedade para com a Associação Via Nova começará com uma série de actividades, entre as quais BTT, “Bicipaper”, Jogos Populares, Desportos Radicais e passeios a cavalo e de charrete, actividades que decorrerão no Parque Corgo e que também terão bilhete simbólico.

A animação também se estenderá ao Centro Comercial Dolce Vita Douro que será palco de várias actividades, como a actuação do Rancho Infantil de Loureiro e da Banda de São Martinho de Mancelos, e, ainda, com um “show” de Capoeira, o “Douro Dance” e um campeonato de “Playstation”, para crianças dos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico.

As receitas reverterão a favor da Associação Via Nova que, de há cerca de dois anos, tem a seu cargo vinte jovens e crianças, com idades compreendidas entre os seis e os vinte anos, “desprovidos de ambientes familiares normais”.

“Temos boa vontade, mas não temos meios financeiros”, sublinhou o Padre Manuel Queirós, da Direcção da Associação, referindo que a construção de uma nova sede é fulcral, para que se possa dar continuidade ao projecto pedagógico levado a cabo pela instituição. Queremos que estas crianças sejam cidadãos de corpo inteiro. Para isso, queremos que cresçam num bom ambiente familiar”, explicou o mesmo responsável, referindo, ainda, que o projecto que conta com um primeiro orçamento de um milhão de euros, para além de trazer as condições necessárias para o trabalho desenvolvido, vai permitir o alargamento do número de jovens abrangidos, “para 25 ou 30 crianças”, e, quem sabe, até mesmo raparigas, uma vez que “a lei assim o permite”.

“Precisamos do apoio de todos”, sublinhou o Padre Queirós, lembrando, no entanto, que “a Via Nova tem recebido muito carinho e apoio da sociedade, nos últimos tempos, inclusive já está confirmada a atribuição de um terreno, para a construção da sede, pela autarquia de Vila Real.

“A cedência do terreno já foi aprovada, em Assembleia Municipal. No entanto, por questões legais, não podemos utilizar esse espaço, de imediato. Estamos à espera que se resolvam algumas questões burocráticas”, adiantou o responsável.

 

Maria Meireles

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