A chamada fase de produção de prova, nomeadamente a audição de testemunhas, “previsivelmente poderá terminar no final de fevereiro”, segundo adiantou à Lusa o juiz-presidente da Comarca de Bragança, Fernando Vilares Ferreira, baseado nas expectativas do coletivo de juízes que está a julgar.
Depois de concluída a fase de julgamento, “há necessidade de deliberação do coletivo e elaboração do acórdão, que se prevê poderá demorar algum tempo, tendo em conta a complexidade do processo e a situação excecional”, de acordo com o magistrado.
O processo envolve centenas de arguidos, testemunhas e agentes judiciais e já custou ao Estado cerca de 80 mil euros em obras e rendas das instalações para funcionamento de uma sala de audiências no
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