Este dirigente vai mais longe e deixou implicitamente a ideia de concorrência desleal na prestação de serviços. “As equipas de sapadores florestais são financiadas pelo Estado para fazer prevenção de incêndios, por isso não é correcto dedicarem-se a outras tarefas. Ou seja, estão a fazer uma actividade que não se enquadra com a gestão de incêndios. Além disto, estão a fazer concorrência desleal com as empresas do sector privado. Porque como é lógico as equipas de sapadores ao serem financiadas para fazerem outros serviços que não são da sua competência. Há aqui uma significativa distorção do mercado”.
João Branco reforça a ideia. “As equipas de sapadores têm de prestar primeiro o serviço público, depois aos
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