Segunda-feira, 4 de Julho de 2022

Linha do Corgo pode fazer parte do seu espólio “vivo”

A via-férrea do Corgo poderá fazer parte do espólio “vivo” do Museu do Douro. O troço entre Régua e Vila Real, na distância de 25 km, está em vias de ser uma das atractividades da estrutura museológica. O Director do Museu do Douro, Fernando Maia Pinto, avançou que “a instituição acolheria, de bom grado, a […]

A via-férrea do Corgo poderá fazer parte do espólio “vivo” do Museu do Douro. O troço entre Régua e Vila Real, na distância de 25 km, está em vias de ser uma das atractividades da estrutura museológica.

O Director do Museu do Douro, Fernando Maia Pinto, avançou que “a instituição acolheria, de bom grado, a inserção da linha na teia de pólos de interesse que farão parte da sua rede polinucleada”. Considerando que “seria importantíssimo participar na valorização da linha, associando a si a componente cultural”, frisou que “a via tem história” e que “o seu traçado está em algumas zonas do território classificado da UNESCO”.

“Poderíamos fazer viagens em parceria, darmos qualidade e apoio à própria gestão da linha” – acrescentou Fernando Maia Pinto que mostrou disponibilidade para dialogar, acrescentando: “É uma situação que tem a ver com todas as partes interessadas. Temos de ponderar nas condições e dos meios que serão postos à nossa disposição”.

A reforçar este desejo do Director do Museu do Douro, está a posição manifestada pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Manuel Martins: “Criado o Museu do Douro, deveria ser esta estrutura a acolher a linha do Vale do Corgo, como sua componente viva. Seria um passo para impedir que esta linha viesse a ter o destino infeliz que muitos lhe auguram”.

De referir que a linha do Vale do Corgo uniu Régua a Chaves, desde 1921. O troço entre Vila Real e Chaves foi desactivado, em 1990.

 

Jmcardoso

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