Num comunicado divulgado na manhã de ontem, Elisa Babo, presidente do Conselho de Administração da Fundação, explicou que a decisão foi tomada “na sequência da publicação em Diário da República da aposentação” de Maia Pinto, o que levou também ao cessar da situação de “cedência especial” pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico
“Abalado” com a situação, Maia Pinto garante que a notícia foi “completamente inesperada” e que não encontra “nenhuma justificação plausível” para essa decisão do Conselho de Administração da Fundação.
“Saio com sentido de deixar o trabalho a meio. O meu dever para com a região não está cumprido, eu podia dar muito ainda”, sublinha o agora ex-director referindo ainda que o balanço muito positivo que se faz dos quatro anos de trabalho e dedicação ao Museu do Douro “não serve de refrigério para a dor” que sente.
Fernando Seara assume interinamente a função de director.





