De acordo com a autarquia, liderada por Alberto Pereira, a reabilitação inclui a “construção de um edifício de apoio, bem como a definição de percursos envolventes entre o mesmo e os vestígios arqueológicos”.
O projeto tem como prioridade “valorizar o património histórico e cultural”, em que irá criar um “espaço de acolhimento e visitação, para servir a comunidade local e seus visitantes, partilhando memórias dos antepassados”.
Para as componentes de projeto, obra e equipamentos, prevê-se um “investimento total superior a 320 mil euros”.
O projeto será implantado num prédio rústico, propriedade do Estado, que transferiu a sua gestão para a câmara municipal, possível graças à descentralização de competências do Ministério da Cultura para os municípios.
O referido prédio rústico ocupa a quase totalidade da área de um morro elevado em relação à sua envolvente. No seu cume, a pouco mais de 400 metros de altitude, localizam-se vestígios arqueológicos célticos, que testemunham a ocupação humana desde a Idade do Ferro, tendo sido este local referenciado no ‘Paroquial Suévico’, polo administrativo do território, pelo menos até à Alta Idade Média.
Classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1992 e inserido no Alto Douro Vinhateiro – Património Mundial, o Castro de Cidadelhe ergue-se no cimo de uma colina,
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