A EDP já iniciou o enchimento da barragem do Tua, numa fase experimental de testes, mas o plano de Mobilidade no Tua ainda não saiu do papel, ou seja, não há obras visíveis que indiciem o seu avanço no terreno.
Recorde-se que este plano é a principal contrapartida pela construção da barragem e consequente submersão de parte da Linha do Tua. Inicialmente, estava previsto que seriam as autarquias, através da Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua (ADRVT), a executar as ligações rodoviária, fluvial e ferroviária, cuja exploração seria depois entregue a privados. No entanto, os parceiros mudaram de ideias e lançaram um concurso no ano passado, aberto aos privados, onde não houve interessados.
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