Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Mondinense Campeão

Os seniores e os juniores do Mondinense FC estão de regresso aos campeonatos nacionais. O título dos seniores foi conquistado na última jornada, frente ao frágil Sabroso de Aguiar, que saiu do Estádio Municipal vergado a uma goleada pesada por seis bolas a zero. Após o apito final veio a explosão de alegria nos apaniguados locais, que há muito esperavam por esta conquista. Houve invasão pacífica de campo e depois jogadores e adeptos juntaram-se numa arruada pelas ruas da vila de Basto. É tempo de festejar e também preparar já a nova temporada, até porque o Campeonato Nacional de Seniores é muito competitivo e a tarefa de uma equipa do interior é sempre mais árdua. O presidente, Fernando Anjos, não confirma a continuidade do técnico Vítor Pereira, mas também não descarta essa hipótese, até porque em breve vão realizar-se eleições e todos os cenários estão em cima da mesa. No entanto, se continuar no leme, o presidente preferia ver o seu clube integrado na série B. “Para receitas preferia ficar na B, que é mais competitiva e tem equipas mais fortes, mas a nível desportivo será mais fácil competir na série A”.

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Campeonato Nacional de Seniores será um grande desafio

Volvidos três anos, os seniores do Mondinense FC estão de regresso aos campeonatos nacionais. O título foi conquistado na última jornada, frente ao frágil Sabroso de Aguiar, que saiu do Estádio Municipal vergado a uma goleada pesada por seis bolas a zero. Em 26 jogos, o Mondinense somou 68 pontos, fruto de 22 vitórias, dois empates e duas derrotas. Marcou ainda 89 golos e sofreu 22. No segundo lugar ficou o Montalegre, a um ponto do campeão. Bem mais atrás ficou o Régua, com 52 pontos.

Num campeonato muito disputado entre as duas primeiras equipas que quase sempre andaram no topo, Mondinense e Montalegre, a chave do êxito esteve no espírito de grupo e na estabilidade que a atual direção conseguiu implementar dentro do clube. Depois de terem herdado uma dívida a rondar os 100 mil euros, o projeto liderado por Fernando Anjos, presidente do emblema de Basto, conseguiu abater parte dessa dívida e veio dar outras condições aos atletas e equipa técnica, que sempre se sentiram muito próximos do elenco diretivo.

Apesar da juventude do plantel, os atletas mostraram a sua maturidade e irreverência no terreno de jogo, enfrentando todos os jogos com grande profissionalismo e com uma vontade imensa de ganhar. Movidos pelo “espírito da conquista” foi possível cortar a linha de meta em primeiro, perante um adversário financeiramente mais forte, com um plantel numeroso e que apostou tudo na subida de divisão. A cada jogo, a confiança e o conforto do grupo ficava espelhado pelos relvados, sintéticos e pelados por onde foram passando até à vitória final.

Para se alcançar o êxito, o treinador do Mondinense, Vítor Pereira, teve de enfrentar algumas dificuldades, sobretudo ao nível do plantel que era reduzido, em que por diversas vezes só tinha 12 a 13 atletas disponíveis. Tudo se complicava mais quando aparecia uma lesão ou um castigo, tornado as escolhas do treinador ainda mais limitadas para os jogos de domingo. Por isso, a gestão diária, de forma a manter os jogadores motivados quando as opções são poucas, há sempre o risco de haver alguns desalinhados que nem sequer podem ser castigados, dadas as limitações do plantel. No entanto, tudo foi ultrapassado através de uma grande gestão psicológica e física, para a equipa se apresentar nos jogos na máxima força. Outra situação difícil de ultrapassar e que se sente em clubes de toda a região transmontana tem a ver com a falta de atletas, que por motivos profissionais não se podem dedicar só ao futebol, uns emigram, outros não conseguem conciliar o desporto com o trabalho e ainda há outros que estudam fora da região e acabam por ter de abandonar a modalidade, como aconteceu com Hippy, que teve de emigrar, e com o Cláudio, que ainda fez um jogo ao serviço do clube, mas foi trabalhar por turnos para o Túnel do Marão e teve de abdicar do futebol, entre outros exemplos.

Vítor Pereira tem uma palavra para definir este grupo de trabalho, “excelente”. O maior elogio que “posso dar a este grupo foi a sua entrega nos treinos e sobretudo nos jogos. Depois de um jogo menos conseguido, a equipa mostrava sempre muita força para dar a volta à situação e alcançávamos as vitórias que nos galvanizaram e nos levantaram até ao topo”, sublinha o técnico.

O futuro está aí à porta e o Campeonato Nacional de Seniores (CNS) será um grande desafio. Se continuar a comandar os destinos da equipa, Vítor Pereira garante que a base da equipa será a mesma desta temporada. “Acredito que estes jogadores, que nunca tiveram a oportunidade de jogar num escalão superior, vão provar toda a sua capacidade. Há algumas diferenças entre as equipas do regional e do nacional, mas estou convicto que ‘os meus jogadores’, com algum traquejo e com mais intensidade de jogo, vão dar uma boa resposta”. Apesar de preferir ficar na série B, “porque tem mais projeção, equipas mais fortes e é mais competitiva”, admite que será mais acessível para o Mondinense ficar inserido na série A.

 

Vítor Pereira Treinador da equipa senior

Licenciado em Educação Física, Vítor Pereira é natural de Leça da Palmeira, tem 46 anos, e como atleta representou o Boavista FC (I Liga), Campomaiorense, Felgueiras, Marco de Canavezes (II Liga), Amarante, Lousada, Lixa. No currículo foi campeão distrital de juniores, no Boavista FC, campeão nacional da segunda divisão pelo Campomaiorense e subiu de divisão no Amarante. Como treinador iniciou a carreira no Lamego, passou pelo Alpendorada, Mondinense (época 2009/10), depois esteve ao serviço do Celorico, e regressou a Mondinense na época 2013/14, onde se mantém até agora. Este é o segundo título de campeão que conquita pelo Mondinense FC. De todas as conquistas, destaca a última, uma vez que é a mais recente e foi alcançada com muito trabalho e dedicação de todos. Para além desta, destaca ainda a subida aos nacionais na época 2009/2010 em que conquistou o campeonato numa luta taco a taco com o Vila Real.

Admirador das qualidades profissionais de José Mourinho e Pep Guardiola, o técnico campeão tem vontade de continuar no leme do clube, mas isso depende da próxima direção, no entanto, se este grupo diretivo se mantiver tudo está encaminhado para a preparação da nova época desportiva, em que promete manter a base desta equipa, já que acredita na evolução destes jogadores. “Como líder desta equipa, acredito que pode fazer um trabalho interessante no CNS. Acho que há jogadores nos distritais com excelente qualidade, assim como há jogadores no CNS com enorme potencial para chegar a escalões superiores, mas é preciso dar oportunidades.

Apesar de pretender continuar o trabalho à frente da equipa de Mondim de Basto, Vítor Pereira tem a ambição de vir a dar o salto para um campeonato profissional, como qualquer pessoa que pretende subir na sua carreira.Por fim, dedica este triunfo à família, esposa, filhas e pai, que sempre o apoiaram apesar das ausências constantes no lar, com treinos quase diários e jogos aos domingos, mas o “futebol é uma paixão”.

 

 

 

Juniores conquistam pela segunda vez direito de participar nos nacionais

Depois de em 2010/2001 se terem sagrado campeões distritais, os juniores, do Mondinense FC, estão também de regresso aos nacionais, ao conquistarem o título de campeões na penúltima jornada do campeonato, num jogo em que golearam o Cumieira por oito bolas a uma. A festa repetiu-se pelas avenidas de Mondim de Basto e a comitiva foi recebida pelo presidente da Câmara, Humberto Cerqueira, que não quis perder a ocasião de se juntar à festa. “Foi mais uma conquista importante para um concelho pequeno como é o nosso, que nos últimos cinco anos tem apostado muito na formação e os resultados espelham que o caminho traçado foi o correto”, sustenta o autarca, adiantando que a câmara municipal está atenta e não deixará de apoiar o clube nesta nova caminhada, que não se avizinha fácil. No entanto, agora é tempo de dar os parabéns a toda a estrutura técnica, jogadores e direção do emblema mais representativo do concelho.

 

A união fez das fraquezas forças

Os juniores sagraram-se campeões a uma jornada do fim, numa vitória contundente sobre o Cumieira por oito bolas a uma. No jogo da consagração, frente ao rival Cerva, os jovens de Mondim de Basto também venceram por duas bolas sem resposta. Como tem sido uma constante ao longo da temporada, Padi voltou a faturar e somou um total de 45 golos, dos 86 tentos apontados pela equipa. Realmente são números impressionantes do capitão de equipa, que foi sempre uma seta apontada às balizas contrárias.

Apesar de nos primeiros jogos ter existido algumas dificuldades para formar o plantel, aos poucos a equipa foi crescendo e isso ficou bem vincado no decorrer da prova, com as vitórias a serem uma constante, num campeonato que até foi bastante equilibrado. A luta foi a dois, com o vizinho Cerva a ter sempre na mira o topo da classificação, no entanto ainda não foi desta que os jovens cervenses alcançaram um feito histórico para o seu emblema, pois encontraram pela frente uma equipa mais tarimbada e com melhor qualidade, tanto a nível técnico como tático.

Em 24 jogos disputados, o campeão fez 60 pontos, fruto de 19 vitórias, três empates e apenas duas derrotas, com 86 golos marcados e 26 sofridos. No segundo lugar ficou o Cerva, uma equipa muito interessante que conseguir 53 pontos, resultantes de 17 vitórias, dois empates e cinco derrotas. No final, venceu a equipa mais forte, como é facilmente comprovado pelos números, que não enganam.

O homem do leme foi Nuno Laje, um jovem técnico que conseguiu reconquistar o título para as Terras de Basto. A tarefa não foi fácil, mas depois de ter firmado um acordo com o presidente, que esteve sempre próximo da equipa, conseguiu incutir o espírito de conquista nestes “bravos atletas”, que sempre acreditaram e trabalharam para serem campeões. “Inicialmente, tivemos muitas dificuldades em construir uma equipa e ponderamos até nem participar. Treinamos muitas vezes com nove jogadores, o que dificulta mais a tarefa, mas a equipa estava motivada e empenhada, sendo esta uma conquista especial”.

Comparando com campeonatos anteriores, este foi muito equilibrado, as equipas estão mais organizadas e planificam melhor as suas estratégias, o que cria muitas dificuldades em todos os jogos. Atualmente, os treinadores são mais qualificados e os resultados estão à vista nos campeonatos. E Nuno Lage não foge à regra, mas destaca que o mérito é da equipa, que sempre esteve “unida, remando todos para o mesmo lado”. “Todas as equipas estão de parabéns, um abraço a todos os treinadores pelo excelente trabalho que realizaram. Nós merecemos este título pela forma como encaramos todos os jogos do início ao fim. Parabéns a todos os jogadores e à direção”.

 

Nuno Lage Treinador da equipa juniores

Licenciado em Educação Física, Nuno Lage é natural da aldeia do Bobal, concelho de Mondim de Basto. Iniciou a carreira de treinador em 2006 a treinar a equipa de iniciados no Grupo Desportivo de Bragança. No ano seguinte representou o Vilarinho Futebol Clube, onde orientou uma equipa de juvenis, mas não chegou a terminar o campeonato. Em fevereiro desse mesmo ano assumiu a equipa de iniciados do Mondinense FC, na fase de apuramento de campeão, onde conquistaram o terceiro lugar. Está desde essa altura no clube de Basto, onde treinou os juvenis durante dois anos. Logo no primeiro ano conquistou o título de campeão distrital. Ainda nesse ano assumiu na fase final a equipa de seniores no campeonato nacional de 3ª Divisão. No ano seguinte participou no campeonato da 2ª Divisão de juniores, mas infelizmente desceram à distrital. Está no clube há 8 anos e alguns destes jogadores estiveram com ele no ano passado. Depois de ter mudado a direção, os novos órgãos convidaram-no para assumir a equipa de juniores e a prova da aposta certa está à vista de todos. “Tudo correu da melhor forma e a equipa está de regresso aos nacionais”. Tem orgulho em todas as conquistas, no entanto esta teve um sabor especial, já que se colocou a hipótese da equipa nem sequer participar no campeonato da AFVR. “Foi difícil treinar uma equipa com 9 jogadores, mas sempre mostraram grande motivação e empenho. Confesso que na fase final do campeonato, a equipa estava cansada dos treinos e eu também. Tenho de agradecer ao treinador André Cardoso e aos atletas dos juvenis que nessa altura começaram a participar nos treinos, o que nos deu mais força para o que restava da prova”.

Tem como referência os treinadores de topo mundial, José Mourinho, pela espontaneidade, e Pep Guardiola, pela classe, mas para já só pensa treinar equipas de formação, no entanto, não descarta a possibilidade de voar para outros patamares, se eventualmente “surgir algum convite”. Se continuar no Mondinense, promete dar preferência aos jogadores do concelho, no entanto não fecha as portas à entrada de jogadores de concelhos vizinhos. “Será uma questão de seleção, tendo como critério a qualidade dos atletas e a disponibilidade financeira do clube para o transporte”.

 

 

“Estabilidade” foi a palavra de ordem para o êxito

Fernando Anjos Presidente do Mondinense Futebol Clube

Fernando Anjos, de 51 anos, agente da GNR, é o presidente do Mondinense há dois anos e o êxito chegou logo no segundo ano à frente do clube de Basto. Depois da subida dos seniores aos nacionais, uma semana mais tarde foi a vez dos juniores repetirem a façanha e também conquistarem o direito de competir no campeonato nacional de juniores.

O caminho para o êxito não foi fácil, mas com um grupo coeso e dedicado foi possível chegar ao topo do regional, agora há que fazer os ajustes necessários para preparar os próximos desafios que se avizinham, apesar de ser ainda tempo de festejar. Numa altura em que tem um discurso cauteloso sobre o futuro, o presidente não esconde o desejo de continuar a trabalhar em prol do emblema mais representativo do concelho. Com eleições para breve, os atuais dirigentes já começaram a traçar as linhas mestras da próxima época, isso obviamente se os mondinenses lhe derem mandato para tal. “Se eventualmente apresentarmos uma candidatura e ganharmos as eleições, tudo iremos fazer para construir uma equipa competitiva. Para além disso, teremos de trabalhar mais para conseguirmos ter um maior orçamento, que irá ser equilibrado e ponderado, sem entrar em loucuras”.

Apesar de ter encontrado os cofres vazios quando entrou para o comando do clube, o presidente diz que não sentiu grandes dificuldades para “guiar” o emblema para o sucesso, isto porque a direção é muito “unida e trabalhadora”. “No primeiro ano conseguimos estabilizar as contas e no segundo veio o êxito desportivo, tal como tínhamos traçado quando decidimos avançar com a candidatura à presidência. A estabilidade deu-nos força para ultrapassar alguns obstáculos, sem esquecer o trabalho e a humildade. Hoje posso dizer que a dívida está controlada, o problema sanado e o futuro está bem encaminhado”.

Ao contrário do que acontece em muitas outras localidades do interior do país, em Mondim de Basto as pessoas ainda têm a tradição de ir à bola ao domingo à tarde, apoiar o seu clube do coração, em que se sente a mística a cada jogo da equipa. “Felizmente as pessoas de Mondim aderem muito ao futebol. Temos uma grande massa associativa, que gosta de ver e apoiar os seus”. Associado a este facto está também a inclusão de jovens da terra na equipa sénior do Mondinense, uma política que será para seguir no futuro, até porque os apoios estatais são apenas destinados à formação de atletas.

Sobre a equipa de seniores, Fernando Anjos sublinha que Mondim é uma terra pequena e por isso não podem entrar em grandes devaneios. Por isso, a aposta passa por manter a espinha dorsal da equipa campeã e juntar os melhores atletas dos juniores, mas também é necessário ir buscar ao mercado alguns reforços, que sejam uma mais-valia para a equipa. “Se continuar, garanto que 80 por cento dos jogadores que foram campeões vão ficar, até porque sou adepto de promover os jogadores da casa e os resultados estão à vista, já que dos novos campeões nove são atletas de Mondim de Basto, e eu tenho muito orgulho nisso”.

 

Humberto Cerqueira Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto

Visivelmente satisfeito com os feitos alcançados pelo Mondinense FC, o presidente da Câmara Municipal, Humberto Cerqueira, felicita todos os obreiros deste feito, que “enche de orgulho todos os mondinenses, onde me incluo, obviamente”.

Com uma nova política de apoio ao futebol que a autarquia implementou há cinco anos, com um regulamento próprio, o presidente da edilidade acredita que esta foi a aposta certa, com os poderes públicos a financiarem as associações desportivas com base na formação de atletas. “No concelho temos cerca de 170 jovens na formação nos dois clubes, Mondinense FC e Atei FC, o que é de assinalar num concelho que tem cerca de 8000 habitantes, espalhados por seis freguesias”.

Anualmente, a autarquia disponibiliza uma verba a rondar os 50 mil euros para apoiar o associativismo desportivo, sendo que o futebol leva a maior fatia, mas há outras modalidades que têm atletas federados que também acabam por usufruir desse apoio, como o BTT ou o voleibol. Para além deste apoio direto, a autarquia faz a manutenção dos campos de futebol, sobretudo o Municipal de Mondim de Basto, e ajuda com os transportes. “São 13 equipas a competir e ao final do ano ainda são uns milhares de euros em custos com o combustíveis, portagens e manutenção da frota”.

Apesar de vivermos em crise constante, Humberto Cerqueira refere que investir no desporto é uma boa aposta, pois “estamos a melhorar a qualidade de vida das pessoas”. “Posso garantir que vale a pena apoiar o desporto, pode não haver dinheiro para mais nada, mas há áreas que são fundamentais para o desenvolvimento de um concelho e o desporto é um fator incontornável no desenvolvimento social de um município”, reforça o edil.

Clube vai receber mais dinheiro da autarquia

O regulamento prevê que caso haja subida de divisão de um clube , como as despesas também sobem, há uma majoração para esses casos, como nos confirmou Humberto Cerqueira. “A autarquia está disponível para reforçar o apoio e já falei com alguns dirigentes nesse sentido. No entanto, se eventualmente o clube descer de divisão, esperamos que isso não aconteça, o valor da majoração é desde logo retirado. Há aqui uma absoluta transparência nestas questões, pois não estamos em tempo de entrar em loucuras financeiras com o futebol”.

 

Trio de Sucesso

Este é apenas um trio do sucesso, mas há outros que não ficaram na fotografia e que merecem ser destacados, desde o roupeiro até aos outros diretores, que estão por trás de todo este trabalho conjunto.

O vice-presidente, Paulo Alves, é o braço direito do presidente e isso é espelhado na confiança que deposita num homem que já vestiu as cores da equipa do Mondinense. A tesoureira, Eva Anjos, é a mulher do presidente, que está sempre disponível para ajudar e acompanhar as equipas, desde os mais novos até aos seniores. “Juntos somos mais fortes e a aposta nas mulheres foi ganha, uma vez que elas são muito dedicadas. Se for eleito presidente, vou continuar a trazer mais mulheres para o futebol do Mondinense”, sublinha Fernando Anjos.

 

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