Domingo, 19 de Abril de 2026
Vila RealMorte do padre Max é "uma dor que não passa"

Morte do padre Max é “uma dor que não passa”

Vila Real voltou a evocar a memória do padre Maximino Barbosa de Sousa, conhec ido como padre Max, e de Maria de Lurdes Correia, assassinados há 50 anos num atentado bombista.

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No cemitério de Santa Iria, onde estão sepultados, foram várias as homenagens feitas ao longo do dia, com amigos, ex-alunos e familiares presentes, como é o caso de Duarte Sousa, irmão do padre Max.

“Estive sete anos a viver com ele, na mesma casa, com muitos convívios e bons momentos juntos. 50 anos depois, é uma dor que não passa”, disse à VTM. Tinha 21 anos quando o irmão foi morto. Naquele dia, “estava em Lisboa, para onde me tinha mudado há coisa de meio ano, porque ia casar. Os meus amigos aqui de Vila Real ligaram-me a dizer que o meu irmão tinha tido um acidente e que estava no hospital, muito mal”.

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