Sexta-feira, 5 de Junho de 2026
Vila RealMorte do padre Max é "uma dor que não passa"

Morte do padre Max é “uma dor que não passa”

Vila Real voltou a evocar a memória do padre Maximino Barbosa de Sousa, conhec ido como padre Max, e de Maria de Lurdes Correia, assassinados há 50 anos num atentado bombista.

No cemitério de Santa Iria, onde estão sepultados, foram várias as homenagens feitas ao longo do dia, com amigos, ex-alunos e familiares presentes, como é o caso de Duarte Sousa, irmão do padre Max.

“Estive sete anos a viver com ele, na mesma casa, com muitos convívios e bons momentos juntos. 50 anos depois, é uma dor que não passa”, disse à VTM. Tinha 21 anos quando o irmão foi morto. Naquele dia, “estava em Lisboa, para onde me tinha mudado há coisa de meio ano, porque ia casar. Os meus amigos aqui de Vila Real ligaram-me a dizer que o meu irmão tinha tido um acidente e que estava no hospital, muito mal”.

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