Terça-feira, 9 de Dezembro de 2025
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Movimento Mérito e Sociedade já se fez ouvir

Tendo como ponto de partida um livro publicado pelo agora Presidente do Partido, o MMS já anda pelo país a difundir a sua ideologia. Defendendo que, acima de tudo, o mais importante é a “qualidade de vida dos portugueses”, o MMS garante que não quer “angariar militantes fanáticos que votem, de olhos vendados, no partido”, […]

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Tendo como ponto de partida um livro publicado pelo agora Presidente do Partido, o MMS já anda pelo país a difundir a sua ideologia. Defendendo que, acima de tudo, o mais importante é a “qualidade de vida dos portugueses”, o MMS garante que não quer “angariar militantes fanáticos que votem, de olhos vendados, no partido”, mas, sim, cidadãos conscientes que, “em equipa”, possam pôr fim “à apatia geral” em que o país se encontra, recorrendo a uma “governação da sociedade com base no mérito, por oposição à cunha e à corrupção”.

Rigor financeiro, transparência, mérito e responsabilidade são os “quatro valores base” do Movimento Mérito e Sociedade (MMS), um novo partido político que, num périplo pela Região Norte, se apresentou, em Vila Real, no dia 12.

Eduardo Correia, autor do livro “Manifesto Mérito e Sociedade”, Presidente do partido, explicou que o objectivo passa por desenhar uma “nova arquitectura de governação” que não se enquadra nos “conceitos de direita e esquerda, hoje completamente ultrapassados”, mas, sim, numa “revolução inteligente, pela democracia”.

“A nossa ideologia é a qualidade de vida das pessoas”, garantiu Eduardo Correia que deu início ao processo de criação da nova estrutura política motivado por uma “grande insatisfação com Portugal”.

Depois da sua formalização, enquanto partido, o MMS está a percorrer o país, para levar “às famílias, aos lares e a cada cidadão” a sua mensagem.

“Queremos abrir-nos às pessoas. Não queremos angariar um conjunto de militantes frenéticos, nem fazemos convites. Funcionamos segundo a lei da atracção, ou seja, aproximam-se do partido as pessoas que se identificam com a sua mensagem”, garantiu Eduardo Correia.

Apesar de ainda muito jovem, o partido tem, “obviamente”, como objectivo, participar na corrida às próximas eleições legislativas, para “ter voz e participar, activamente, na vida política”.

“Só assumimos os compromissos que possamos garantir”, referiu o líder do MMS, explicando que uma das lutas que quer combater é, exactamente, “a capacidade de mentir, de dar o dito por não dito” das actuais forças políticas e, sobretudo, chamar à responsabilidade sobre opções tomadas pelos vários governos.

“Não podemos continuar a pensar que a culpa pode sempre morrer solteira”, defendeu.

Eduardo Correia considera “inadmissível” a discussão sobre investimentos de milhões e milhões de euros em algumas infra-estruturas de vulto, quando, por exemplo, “ainda há escolas e centros de saúde degradados”.

“Como é possível vivermos conscientes e tranquilos, quando temos idosos a viver com 200 euros por mês?”, lamentou o mesmo responsável político.

O MMS defende que, apesar dos elevados níveis de desconfiança registados entre a população portuguesa e do estado de apatia geral em que se encontra o país, os portugueses “são capazes”.

“Dez milhões de pessoas constituem uma equipa que, várias vezes, mostrou ser capaz de fazer bem feito e o próprio país, geograficamente, tem potencialidades que devem ser aproveitadas”, referiu Eduardo Correia, recordando, por exemplo, que “somos o dono do mar europeu”, por isso “não há razões para não sermos líderes europeus, no que respeita à investigação, nessa área”.

Depois de passar por Vila Nova de Gaia, Viana do Castelo, S. João da Madeira e Aveiro, o MMS vai continuar o seu périplo pelo país, estuando já marcado, para o dia 3 de Julho, uma conferência de imprensa, em Bragança.

 

Maria Meireles

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