O crime ocorreu no dia 22 de maio e segundo um comunicado enviado às redações, o incêndio “colocou em perigo uma vasta mancha florestal, constituída por mato e povoamento de pinhal, assim como de alguns prédios urbanos, de valor consideravelmente elevado, que apenas não foram consumidos devido à rápida deteção e subsequente intervenção dos meios de combate”.
A detenção contou com a colaboração da Guarda Nacional Republicana – Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente de Vila Real e, agora, a mulher vai ser presente a interrogatório judicial para eventual aplicação de medidas de coação.






