A criação desta Agência de Desenvolvimento, nesta fase de constituição, tem a sede provisória na cidade de Mirandela e vai ter uma percentagem de valor societário geral de 49 por cento para a EDP e 51 por cento de igual valor para os referidos cinco municípios, pretende-se, no seu âmbito geral, projectar o desenvolvimento do vale do Tua no contexto da constituição da Barragem do Tua.
O autarca murcense considera “que a agregação directa do valor de 9 milhões de euros pela parte da EDP e o posterior plano de evolução e crescimento da Agência irá contribuir, no geral, para que o Vale do Tua progrida, e o Município de Murça, em particular, veja valorizar e potenciar o desejado desenvolvimento socioeconómico”.
A interligação da A4 – Auto-Estrada Transmontana ao espelho de água, constituído pela barragem irá ser um factor de desenvolvimento económico do concelho de Murça.
A criação da Agência de Desenvolvimento deve ser perspectivada no geral ao nível do território que abrange os municípios do vale do Tua e não somente ao nível individual, pelo que o potencial humano e territorial que a criação do auto-emprego ou do emprego directo, é desejo de todos os autarcas.
Murça dá assim o exemplo democrático e responsável ao aprovar a adesão e os estatutos. A partir de agora, o importante é a implementação de planos concretos para que se passe do papel à acção e isso é uma responsabilidade de todos os intervenientes e protagonistas institucionais e empresários ao nível local, regional e nacional, refere de forma convicta e determinada o autarca de Murça, João Teixeira, que desta forma sente ver concretizado um plano que sempre defendeu.




