Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Nova direção quer criar “uma nova dinâmica” com os associados

Melhorar a comunicação com os seus associados, cativar investidores, diversificar os serviços prestados e criar uma plataforma comercial coletiva são alguns dos passos a que nova direção da ACIVR se propõe a dar na caminhada rumo à promoção e recuperação económica. O objetivo antigo da nova sede também fica na agenda, estando sobre a mesa o projeto de recuperação de um edifício no centro histórico de Vila Real.

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“Começa hoje uma nova etapa porque vamos tentar criar uma nova dinâmica”, adiantou Urbano Miranda, que, no dia 21, tomou posse enquanto presidente da direção Associação Comercial e Industrial de Vila Real (ACIVR).

A equipa liderada por Urbano Miranda, que conta ainda com António Macedo (presidente da Mesa da Assembleia Geral) e Manuel Fernandes (presidente do Conselho Fiscal) venceu as eleições, realizadas no dia 11 de julho, para assumir agora um mandato de três anos.

No seu primeiro discurso enquanto presidente da associação, o dirigente sublinhou a intenção da nova equipa de “criar laços diretos” com os associados de forma a facilitar o envio de informação sobre questões importantes, como, por exemplo, as “oportunidades que o próximo quadro comunitário de apoio irá trazer em termos de benefícios e possibilidade de apoio ao investidor”.

A ACIVR quer ainda estreitar a comunicação com potenciais empresas interessadas em estabelecer-se na sua zona de atuação, que envolve os concelhos de Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Sabrosa, Ribeira de Pena, Mondim de Basto, Murça e Alijó, dinamizando assim os negócios locais.

Outro projeto assumido por Urbano Miranda é “diversificação dos serviços prestados pela Associação”, uma questão “fundamental” para dar “sustentabilidade financeira” à ACIVR.

“A associação passa hoje por um momento muito difícil em termos financeiros e temos que procurar, acima de tudo e logo nesta primeira fase, soluções para resolver esse problema”, sublinhou o presidente, adiantando que vai contactar com os comerciantes no sentido de indagar.

Outro objetivo passa pela criação de parcerias com as câmaras municipais da zona de intervenção da ACIVR, o que para Urbano Miranda é importante “porque as autarquias conhecem muito melhor os seus munícipes” e podem ajudar a “definir estratégias no sentido de mais rapidamente definir que tipo de serviços mais se adequam às necessidades dos empresários que estão instalados nesses concelhos”.

Relativamente à ideia de criar uma plataforma comercial comum, o intuito é não só garantir “uma comunicação fácil e rápida”, mas também desenvolver projetos e eventos em conjunto. “Nesta plataforma conjunta podemos organizar ações que podem ser úteis aos comerciantes. Nas festas podemos criar um ou dois dias em que os comerciantes tenham um espaço para vender os seus stocks. Isso só é possível no âmbito do associativismo e no âmbito de uma plataforma de interesse alargado para todos os comerciantes”, defendeu.

Finalmente, Urbano Miranda explicou que o projeto de conseguir uma nova sede para a ACIVR também faz parte dos planos para o atual mandato, adiantando que a ideia é avançar para a recuperação de um edifício, no centro histórico de Vila Real, que possa servir de morada a todos os serviços da associação. “Vêm fundos comunitários que nos permitirão recuperar edifícios e orientá-los para aquilo que pretendemos. Não tem sentido ter dois edifícios (um onde funciona a sede e outro com a formação profissional)”, sublinhou o mesmo responsável.

O local da nova sede deverá ser encontrado em parceria com a câmara municipal e, como contabilizou o presidente, deverá representar uma poupança de mais de mil euros por mês em renda.

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