Durante a segunda edição das jornadas dedicadas à saúde, subordinada ao tema “Oncologia no Interior”, o presidente revelou que a aquisição deste novo equipamento “é preponderante para reforçar” a unidade de radioterapia do centro oncológico, no entanto reconheceu a dificuldade na sua aquisição devido ao elevado custo. “São cerca de 5 milhões de euros, mas temos que continuar a insistir no acelerador linear porque o nosso equipamento está no limite da sua capacidade”, reconhece, adiantando que o novo acelerador vai permitir introduzir novas técnicas de tratamento e abranger muitos mais utentes. “É preciso aumentar a oferta para os doentes e fazer alguns tratamentos que o atual acelerador não tem capacidade. Por isso, faz sentido este
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