“Qual é a cor do cavalo branco de Napoleão?” – e era assim que, nos meus tempos de menino, se iludia a falta da televisão, dos computadores e dos jogos de vídeo, com entreténs de adivinhas onde a lógica se escondia nas rasteiras verbais. Confesso que, ainda hoje, a besta alva sobre a qual o imperador, de traseiro alapado, passou de paladino da liberdade a defensor acérrimo do poder pessoal, me fascina.
Napoleão – diz-se – mudou o rumo da História da Europa só com uma mão, porque a outra, como se sabe, escondia-se na casaca sabe-se lá a fazer o quê. Mas, dizia eu, o tal cavalo branco foi sempre um acessório napoleónico indispensável.
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