Num documento elaborado pela Câmara Municipal de Chaves, e tornado público na semana passada, a autarquia defende que o processo de Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência deve ter como “objectivo prioritário” a garantia de “servir o território de forma equitativa respeitando o cidadão onde quer que ele viva”.
Segundo o relatório, as populações “do interior do país não podem ver os seus direitos diminuídos”, ou seja, “se cada cidadão deve estar servido a 60 minutos de percurso por terra de um serviço de urgência médico-cirúrgica”, há que “cumprir esse objectivo”.
Para o efeito, a proposta defende a consolidação da unidade médico-cirúrgica de Chaves “com a afectação dos meios e dos recursos humanos, no rigoroso
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar



