VTM – A UTAD conseguiu captar mais de 1300 alunos na primeira fase de acesso ao ensino superior. Foi mesmo a universidade que mais cresceu a nível nacional. O que contribuiu para este resultado “histórico”?
Reitor – A visibilidade e a notoriedade que a Universidade tem vindo a assumir, como o facto de a UTAD ficar com o laboratório colaborativo do vinho e da vinha, e também com o da floresta. Das cinco primeiras candidaturas aprovadas, duas são da UTAD. Outro exemplo, está nas parcerias internacionais, em que o Centro Fraunhofer ficará com um polo na UTAD, numa área emergente no país, que é a agricultura de precisão.
Ainda recentemente foi apresentado um estudo em Peso da Régua sobre o futuro dos vinhos, que a UTAD fez e a crítica é unânime em apontar que estão ali as soluções para o futuro do Douro. Mas isso não chega, foi preciso fazer um reajustamento na oferta educativa, que permite também acompanhar essa visibilidade. Por exemplo, a Critical Software decidiu instalar-se em Vila Real, mas a UTAD tem de garantir cerca de 120 engenheiros na área da informática nos próximos dois anos. Por isso, decidimos abandonar o curso de tecnologias e de comunicação e
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