Este espaço municipal é dos mais procurados do Nordeste Transmontano por campistas de “uma dúzia” de nacionalidades e foi o risco da concentração de pessoas que levou a câmara a decidir não abrir o parque, como disse à Lusa o presidente, Fernando Barros.
“O parque tem muito risco porque vem muita gente de fora, há uma grande concentração, é 24 horas que se vive dentro do parque, partilham-se muitos serviços, locais, desde o bar, o restaurante, o mercado, instalações sanitárias”, sustentou.
O equipamento está inserido no Complexo Turístico do Peneireiro que desde há 30 anos tem fidelizado gerações de campistas a um espaço com 60 hectares, dotado de parque de merendas, parque infantil, piscina com restaurante, animais,
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