Perante uma plateia avultada, Paulo Silva recordou as duas décadas que passou ao comando da corporação e as dificuldades superadas, proferindo que “fico grato por reconhecerem em mim as virtudes e atributos que esta medalha representa”, disse, reforçando que aquela era uma conquista “muito cara”. “É muito cara porque advém da atividade que abracei de corpo e alma, com muito esforço, com muitos custos e com muito sofrimento, mas também com a satisfação do dever cumprido e pela companhia dos meus bombeiros”.
Falando dos seus subalternos, Paulo Silva desviou o foco na direção deles e elevou o esforço diário que fazem em prol da comunidade, “arriscando seriamente a própria vida”.
No momento de ostentar a medalha ao peito, o comandante, de 57 anos, partilhou com os presentes os obstáculos e amarguras sentidas em vários momentos, desde o resgate da situação em que a corporação se encontrava até transformá-la na referência que é
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