Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Pavilhão da ADC Diogo Cão necessita de obras

Chove dentro do recinto e os balneários estão obsoletos, com chuveiros degradados e torneiras partidas

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O Pavilhão da Associação Desportiva e Cultural da Diogo Cão precisa de uma intervenção urgente e de fundo. A degradação está à vista de todos, mas quem mais sofre na pele esta falta de condições para a prática desportiva são os alunos da Escola e os atletas da associação.

Quando chove, como o telhado está danificado, tem que se colocar baldes no recinto para não degradar ainda mais o piso que é em madeira. Dentro do pavilhão, o vento e o frio entra por todo o lado e nesta altura quem mais sofre são as crianças que ali treinam e jogam, e obviamente os professores e os treinadores. Os balneários são antigos e obsoletos e as torneiras e os chuveiros alguns estão partidos e outros muito degradados.

Marco Magalhães, presidente da ADC Diogo Cão, conhece bem esta realidade e referiu à “Voz de Trás-os-Montes” as parcas condições em que está o pavilhão. “Apesar de termos um pavilhão que é nosso, as condições são péssimas, tanto para jogar como para treinar. Como tem uma utilização intensa e diária, o material tem o seu desgaste e precisa de uma intervenção profunda. Algumas vezes, acabamos por fazer uns pequenos arranjos, mas isso é manifestamente insuficiente”, sublinha o dirigente.

Recentemente o secretário de Estado do Desporto, Emídio Guerreiro, esteve nas instalações da ACD Diogo Cão, no âmbito da promoção do Roteiro do Associativismo, mas pouco adiantou sobre uma possível requalificação do espaço, como nos confirmou Marco Magalhães. “Disse apenas que poderia haver esperança numa linha de apoio ao melhoramento energético de edifícios, o que nos deixou muito desiludidos, uma vez que esperávamos algo mais”.

“Como 90 por cento dos treinos e quase todos os jogos são feitos no pavilhão, é natural existir esta degradação, pois já não é uma infraestrutura nova”, reforçou o presidente da coletividade.

Há alguns apoios monetários que chegam ao clube mas são apenas para a gestão diária e nunca para obras de grande envergadura. “Fazemos reparações pontuais, como substituir uma torneira, pintar ou colocar um azulejo, mas nada além disso. Somos apoiados com pequenos montantes pelo município, através de um contrato-programa, e podemos fazer candidaturas ao IPDJ, como somos uma Associação Renaj. Depois ainda temos patrocínios avulsos, os jogadores pagam uma mensalidade e os associados também. No entanto, essas verbas são canalizadas para o dia-a-dia do clube e não dariam para fazer obras de grande envergadura como aquelas que são necessárias no pavilhão”, finalizou Marco Magalhães.

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