Sábado, 25 de Maio de 2024
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Pena máxima para mulher por instigar homicídio

O Tribunal de Vila Real condenou à pena máxima (25 anos) Sónia Mendes por instigar um homicídio e ainda Miguel Brito a 20 anos por matar um jovem, cujo corpo queimaram e enterraram num quintal em Chaves.
 

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Apesar de ter sido provado que foi Miguel Brito, de 19 anos, a matar Tiago Gonçalves, o tribunal considerou que foi Sónia Mendes, de 31 anos, a mandante do crime, tendo instigado o arguido que acabou por estrangular com um cinto o rapaz. Os dois mantinham, à altura dos factos, um relacionamento extraconjugal.
O tribunal condenou ainda os dois arguidos a pagar uma indemnização de 122 mil euros à família da vítima.
Os arguidos foram condenados pelos crimes de roubo, furto, incêndio, homicídio qualificado, ocultação e profanação de cadáver. A pena única aplicada a Sónia Mendes foi de 25 anos e a Miguel Brito de 20 anos de prisão.
O julgamento começou no dia 7

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