Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Pensar a Liberdade (é amar o outro)

Pensar a Liberdade é muito mais do que uma simples, embora justa, reivindicação política, semelhante àquelas que se fazem em Portugal em cada mês de abril, desde 1974. Também não se reduz a uma consideração pessoal, parecida com “Sou livre de fazer e de dizer o que quero!”. Pensar a Liberdade é, então, em meu entender, um pouquinho mais, é pensar o Amor.

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O Amor é, em cada ser humano, uma manifestação de Liberdade, porque somos mais livres quanto melhor amamos, e ama melhor aquele que ama a Liberdade dos outros tanto ou mais do que a sua própria. Por outras palavras, sente-se mais livre aquele que assume livremente amar o outro e atender à sua (do outro) liberdade prioritariamente. É certo que é muito difícil realizar no nosso dia-a-dia este Amor, pois ele exige orientação, autodomínio e respeito (pelo outro e por si mesmo), mas é justamente essa dificuldade aquela que nós podemos ultrapassar, basta que consideremos, ou nos recordemos, do nosso maior dom, isto é, basta que tenhamos sempre presente que é nossa efetivamente a Liberdade

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