Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022

Piscinas do Codessais ainda sem data certa para abrir

Apesar da época balnear já ter começado no início de junho, as temperaturas ainda não são muito convidativas, e mesmo que fossem os banhistas ainda não poderiam usufruir das piscinas municipais do Codessais. O atraso na abertura deve-se à necessidade de secagem da pintura. A autarquia adianta que em breve serão realizadas obras de fundo naquela infraestrutura de lazer

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Ainda não há uma data certa para a abertura das piscinas do Complexo Desportivo do Codessais, uma infraestrutura que foi alvo de uma intervenção de manutenção e que este ano será explorada pelo Centro Cultural e Desportivo (CCD) dos Trabalhadores do Município de Vila Real.

“No ano passado as piscinas tiveram um problema. Foi feita uma pintura que não teve tempo suficiente para secar, o que acabou por motivar a reclamação de muitos utilizadores, que alegaram que fatos de banho e calções ficaram danificados por causa da tinta”, recordou Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real.

Para evitar que o mesmo erro se cometa, a autarquia explica que a pintura, feita recentemente, tem que secar completamente. Apesar de não haver ainda uma data certa para a abertura daquele equipamento, a autarquia prevê que sejam necessários pelo menos “mais 15 dias de bom tempo”.

Relativamente à concessão, o autarca explicou ao Nosso Jornal que as piscinas precisam de uma intervenção mais profunda e que não estão em condições de ser alvo de um concurso público para a sua exploração. “Não podemos entregar a um concessionário sem primeiro fazer obras”, sublinhou o mesmo responsável, referindo que na presente época balnear quem ficará à frente do equipamento, como uma solução provisória, será assim o CCD dos funcionários da Câmara.

Só para realização dos trabalhos de manutenção para garantir as condições de funcionamento para este ano, que incluíram então a pintura, o município gastou cinco mil euros.

Sobre as obras de fundo que deverão ser feitas até ao próximo ano, ainda não há um orçamento previsto, uma vez que ainda não se sabe “que tipo de intervenção” é necessário fazer ou como estão as condições técnicas daquele equipamento.

Rui Santos adiantou que existe a possibilidade de, no âmbito da exploração das piscinas, ser pensado um pacote mais alargado de concessão, isso “sempre tendo em conta o uso público daquele equipamento”.

 

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