Uma das sessões decorreu na Junta de Freguesia de Avidagos, onde Orlando Pires, vice-presidente da autarquia, afirmou que estas iniciativas assumem “particular relevância”, por permitirem aos cidadãos conhecer “de forma clara e objetiva” o principal instrumento de gestão territorial do concelho, que irá definir a estratégia de desenvolvimento e o modelo de organização do território para, pelo menos, a próxima década.
À VTM, o autarca revelou que a proposta será, posteriormente, submetida a 28 entidades externas, lembrando que, apesar da vontade do município e dos munícipes em alargar perímetros urbanos, existem condicionantes técnicas e legais que nem sempre o permitem.
“Há fatores como leitos de cheia, risco de incêndio ou outras situações de perigo que levam as entidades externas a alertar para zonas críticas onde não deve ser permitido investimento, de forma a salvaguardar a segurança das populações”, explicou.
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