Muito se escreveu, muito se contestou, mas na verdade a barragem seguiu o seu caminho. Depois de 305 milhões de euros investidos, hoje está praticamente pronta e no início de 2017 poderá começar a produzir energia. Situada na confluência dos rios Foz e Tua, houve pessoas contra e outras a favor. Os que defendiam a construção apresentavam como argumentos a criação de postos de trabalho e a produção de energia elétrica. Do outro lado sempre estiveram os ambientalistas e o impacto negativo que esta traria à região, onde se inclui os 16 quilómetros da linha do Tua que ficaram submersos.
A Voz de Trás-os-Montes foi até à aldeia do Amieiro ouvir as pessoas que ali
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