Terça-feira, 9 de Junho de 2026
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População confiante que o progresso está a chegar

Em fevereiro de 2011 arrancou a construção da Barragem Foz Tua, que teve no lançamento da primeira pedra o primeiro-ministro da altura, José Sócrates. Cinco anos volvidos e com muita polémica à mistura, o grande paredão está construído, os carris do comboio foram arrancados, e a albufeira está a encher. Uma parte considerável do vale começa a ficar submersa

Muito se escreveu, muito se contestou, mas na verdade a barragem seguiu o seu caminho. Depois de 305 milhões de euros investidos, hoje está praticamente pronta e no início de 2017 poderá começar a produzir energia. Situada na confluência dos rios Foz e Tua, houve pessoas contra e outras a favor. Os que defendiam a construção apresentavam como argumentos a criação de postos de trabalho e a produção de energia elétrica. Do outro lado sempre estiveram os ambientalistas e o impacto negativo que esta traria à região, onde se inclui os 16 quilómetros da linha do Tua que ficaram submersos. 
A Voz de Trás-os-Montes foi até à aldeia do Amieiro ouvir as pessoas que ali

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