Promovida pelo Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESUP), a conferência deu conta da “injustiça” que as carreiras de docentes, atualmente, enfrentam, sem contratos estáveis e com carreiras incertas devido a estas situações.
Álvaro Borralho, presidente do Conselho Nacional do SNESUP, deixou claro o facto do ensino superior “não ser as torres de marfim que muitas vezes o acusam ser”. Para este responsável, a carreira do ensino universitário e politécnico “é a mais precária da função pública”, apesar de ser “a mais exigente” e “a mais qualificada”.
Durante a sua intervenção, Álvaro Borralho frisou que “só os professores associados e os catedráticos têm uma proteção especial em termos de contrato laboral”, argumentando que os restantes, onde se enquadra
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