“Estivemos praticamente toda a semana sem médico, o que é uma vergonha”, afirmou Américo Pereira, acrescentando que o modelo de implementação organizacional da saúde no distrito de Bragança não surtiu efeito e foi “um autêntico desastre”. “A transformação do centro hospitalar em unidade de saúde correu mal, porque a agregação dos cuidados de saúde primários só veio a agravar a situação. Antes funcionava melhor, pois cada centro de saúde tinha uma organização própria”.
Numa altura em que a população aumenta consideravelmente devido, nomeadamente às férias dos emigrantes, o autarca diz não aceitar que não existam médicos no centro de saúde para atender às populações. “No século XXI e num país da Europa isto não pode acontecer”,
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