A dotação orçamental prevista ronda os 120 milhões de euros, valor que o autarca considera insuficiente.
“É uma reivindicação antiga”, assume, admitindo ser necessária “uma visão diferente, sob pena de estarmos a afunilar o desenvolvimento do território”. Segundo Pedro Lima, “se a lógica é a de só investir onde há números, vai acabar-se por abandonar os territórios onde não os há e isso não contribui para uma coesão nacional que é determinante para que Portugal seja um só”.
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