Segundo José Luís Pascual Criado, presidente da cooperativa que é constituída por 25 entidades públicas e que já faz a gestão de mais 300 contratos, e Efi-Duero trabalha “pela realização de um novo modelo energético que ponha fim ao oligopólio elétrico dominante”, acrescentando que, no decorrer da apresentação de empresa em Zamora a diversas entidades nacionais e espanholas, “um dos motivos da criação da cooperativa foi o desejo de oferecer às populações e municípios um serviço essencial a preço de custo, podendo estes destinar a poupança gerada ao contratar com a companhia a outros serviços para as suas gentes”.
O município de Torre de Moncorvo é o primeiro do lado nacional a integrar a Efi-Duero, empresa que, sendo constituída sob a forma de cooperativa, não pode obter benefício algum. “É essa falta de margem comercial que torna pioneira esta comercializadora e no top do custo de energia elétrica mais barato, comparativamente
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