Mas os tempos mudaram, e as então proeminências abdominais transformaram-se em sinal de desleixo, de pouco cuidado, retrato dos que pensam mais no deleite de um bom cozido regado com um “reserva”, do que no trabalho, dos que passam a maior parte do dia com os pés debaixo da mesa.
O homem de hoje quer-se elegante, musculado, quer seja trolha quer seja banqueiro. Barrigas a pingarem fora das calças, com uma camada untuosa a dobrar o cinto forçando a camisa a sair da clausura da cinta, já não se usa.
Dizem os médicos que o abdómen saliente dá pouca saúde, pois é padrinho do colesterol, amigo dos cancros ventrais, compadre da diabetes, afilhado do ácido
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar



